sexta-feira, 8 de novembro de 2013

CÁRITAS DE AMARGOSA NO SEMIÁRIDO SHOW

Com o tema: “Terra, água e tecnologias para a produção de alimentos”, incluindo a discussão sobre o acesso a terra como um das garantias de qualidade de vida do povo sertanejo. Este evento voltado para a agricultura familiar, que busca divulgar as tecnologias e as práticas de Convivência com o Semiárido contou com as presenças de varias famílias sertanejas. Durante os quatros dias do Semiárido Show (de 29 de outubro a 1º de novembro).

A Cáritas Diocesana de Amargosa esteve presente através das famílias e da equipe do Programa uma Terra e duas Águas (P1+2/BR), pois esses foram realizar o seu Intercambio Interestadual. A educadora Social Terezinha Gama, ressaltou que este momento foi de fundamental importância para troca de experiências. E o encontro da Rede San estreitou os laços de amizade com os professores desta instituição que busca viabilizar a formação educacional no semiárido brasileiro.   




Os visitantes que estiveram no evento puderam participar de minicursos, seminários, conhecer tecnologias de captação e armazenamento de água de chuva e de cultivos apropriados para o Semiárido. Puderam, também, trocar experiências na Vila de Economia Solidária, área destinada para agricultores e agricultoras exporem seus produtos oriundos da agricultura familiar. Nesse espaço foram expostos e comercializados produtos de 55 empreendimentos dos estados da Bahia, Piauí, Alagoas e Pernambuco.



O evento foi promovido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada (Irppa). A ASA, a Petrobras, o Governo da Bahia e o governo federal através dos Ministérios do Trabalho e Emprego, Integração Nacional, Desenvolvimento Agrário, Meio Ambiente e Desenvolvimento Social e Combate à fome, foram alguns dos patrocinadores oficiais do evento.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

CONVITE!!!

Dia Nacional da Juventude

Programação sábado (02/11)
Vigília Eucarística  

Oração inicial
Momento de apresentação: Martírio de Cristo na vida dos jovens
Aclamação e proclamação do evangelho
Reflexão da palavra
Momento de adoração a Jesus Eucarístico
Bênção final
Show com Patrícia Ribeiro  
 Programação dia 03/11
grande dia do DNJ 
 Acolhida as cidades e concentração 
Caminhada reflexiva em direção a quadra polivalente 
Santa missa 
Almoço com musica
Momento de animação e apresentação teatrais 
Palestra
Caminhada da Alegria
Bênção de Envio
 Obs.: Adquiria sua CAMISA na Secretária da sua Paróquia. 

terça-feira, 1 de outubro de 2013

A Igreja Católica lança a Semana Nacional da Vida

Para a Igreja do Brasil, a primeira semana do mês de outubro é momento de celebrar e refletir sobre o valor da vida. Em 2005, durante a 43ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), foi instituída a Semana Nacional da Vida (SNV), a ser realizada de 1º a 7 de outubro, culminando com o Dia do Nascituro, no dia 8. Neste período, os regionais da CNBB e dioceses de todo país desenvolvem atividades voltadas à defesa e à promoção da vida.


Todos os anos, a SNV propõe um tema de estudo. Este ano, as reflexões ocorrem em torno do tema “Vida, saúde e dignidade: direito e responsabilidade de todos”. As dioceses são convidadas a desenvolver atividades, com foco no direito à vida e à preservação da dignidade humana.

De acordo com o bispo de Camaçari (BA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família (CEPVF),  dom João Carlos Petrini, a SNV “é uma oportunidade preciosa para recuperar a postura justa diante da vida humana” que, para o bispo, é “um dom de inestimável valor, feito de amor e ternura infinita, porque a vida humana é relação com o Mistério Infinito, Eterno e Criador que a quer e a ama”.

SNV subsidio Para colaborar com as atividades pelo Brasil a CEPVF e a Comissão Nacional da Pastoral Familiar lançaram o subsídio “Hora da Vida” 2013, que este ano, em sua 3ª edição, tem como tema central: “Cuidar da Vida e Transmitir a Fé”. De acordo com o assessor da CEPVF, padre Rafael Fornasier, o tema “está na esteira das celebrações do Ano da Fé e da Semana Nacional da Família, cuja proposta se fundamenta na missão de toda Igreja visando a Nova Evangelização e a transmissão da fé em nossas famílias, comunidades e na sociedade, como aponta a nova Encíclica Lumen fidei (Luz da fé).”

dom Petrini Em carta enviada aos bispos e arcebispos do Brasil, dom João Carlos Petrini, pede para que atividades públicas e também no âmbito da comunidade sejam realizadas para colher assinaturas em favor da aprovação do Estatuto do Nascituro (PL 478/2007) na Câmara dos Deputados, em apoio aos deputados que pedem alteração da lei 12845/2013, que visa atendimento obrigatório a vítimas de violência sexual, mas que obriga também a administração da pílula do dia seguinte (pílula abortiva).

“A vida é um dom de inestimável valor, feito de amor e ternura infinita, porque a vida humana é relação com o Mistério Infinito, Eterno e Criador que a quer e a ama. Trata-se de um dom inegociável tanto no mercado quanto nos Parlamentos”, afirmou o presidente da CEPVF.


Logo após a SNV, no dia 8, acontece o Dia do Nascituro, data que celebra os direitos à proteção da vida e da saúde, à alimentação, ao respeito e a um nascimento sadio, do novo ser humano, a criança que ainda vive dentro da barriga da mãe. Junto à SNV, o Dia do nascituro fecha o período que objetiva suscitar nas consciências, nas famílias e na sociedade, o reconhecimento do sentido e valor da vida humana em todos os seus momentos.


Campanha da Fraternidade 2014: “Fraternidade e Tráfico Humano”

A CNBB divulga cartaz e subsídios da Campanha da Fraternidade 2014: “Fraternidade e Tráfico Humano”, na ultima sexta-feira (27\09) de setembro de 2013.
Os subsídios da Campanha da Fraternidade 2014 já estão disponíveis nas Edições CNBB. São diversos materiais como o manual, texto base, via sacra, celebrações ecumênicas, folhetos quaresmais, CD e DVD, banner, cartaz, entre outros. Com o objetivo de trabalhar os conteúdos da campanha nas escolas, foram produzidos também subsídios de formação voltados aos jovens do ensino fundamental e médio, além de encontros catequéticos para crianças e adolescentes.
O cartaz da CF 2014, que se encontra disponível para download, traz o tema “Fraternidade e Tráfico Humano” e lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1). Os demais produtos podem ser adquiridos no site: www.edicoescnbb.org.br ou pelo telefone: (61) 2193.3001.
Entenda o significado do cartaz:

1-O cartaz da Campanha da Fraternidade quer refletir a crueldade do tráfico humano. As mãos acorrentadas e estendidas simbolizam a situação de dominação e exploração dos irmãos e irmãs traficados e o seu sentimento de impotência perante os traficantes. A mão que sustenta as correntes representa a força coercitiva do tráfico, que explora vítimas que estão distantes de sua terra, de sua família e de sua gente.

2-Essa situação rompe com o projeto de vida na liberdade e na paz e viola a dignidade e os direitos do ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus. A sombra na parte superior do cartaz expressa as violações do tráfico humano, que ferem a fraternidade e a solidariedade, que empobrecem e desumanizam a sociedade.
3-As correntes rompidas e envoltas em luz revigoram a vida sofrida das pessoas dominadas por esse crime e apontam para a esperança de libertação do tráfico humano. Essa esperança se nutre da entrega total de Jesus Cristo na cruz para vencer as situações de morte e conceder a liberdade a todos. “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1), especialmente os que sofrem com injustiças, como os presentes nas modalidades do tráfico humano, representadas pelas mãos na parte inferior.
4-A maioria das pessoas traficadas é pobre ou está em situação de grande vulnerabilidade. As redes criminosas do tráfico valem-se dessa condição, que facilita o aliciamento com enganosas promessas de vida mais digna. Uma vez nas mãos dos traficantes, mulheres, homens e crianças, adolescentes e jovens são explorados em atividades contra a própria vontade e por meios violentos. (Fonte: CF 2014).

A Campanha da Fraternidade é uma campanha realizada anualmente pela Igreja Católica 
Apostólica Romana no Brasil, sempre no período da Quaresma. Seu objetivo é despertar a solidariedade dos seus fiéis e da sociedade em relação a um problema concreto que envolve a sociedade brasileira, buscando caminhos de solução. A cada ano é escolhido um tema, que define a realidade concreta a ser transformada, e um lema, que explicita em que direção se busca a transformação. A campanha é coordenada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
- Educar para a vida em fraternidade, com base na justiça e no amor, exigências centrais do Evangelho.
- Renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação da Igreja Católica na evangelização e na promoção humana, tendo em vista uma sociedade justa e solidária.

O gesto concreto se expressa na coleta da solidariedade, realizada no Domingo de Ramos. É realizada em âmbito nacional, em todas as comunidades cristãs católicas e ecumênicas. A destinação é a seguinte: 45% para a própria paróquia aplicar em programas de promoção humana; 35% para a Diocese aplicar na mesma finalidade; 10% para a CNBB Regional e 10% para a CNBB Nacional.


domingo, 15 de setembro de 2013

O IDHM e a água

Roberto Malvezzi (Gogó)*
31/07/2013 

O olhar sudestino sobre o semiárido costuma dizer que aqui nada muda e que hoje a nossa realidade ainda é a mesma denunciada por Graciliano Ramos em sua obra prima “Vidas Secas”.

Agora, com a publicação dos índices de desenvolvimento humano, recentemente lançados, temos estatísticas para confirmar o que vemos a olho nu aqui nos últimos trinta anos. A vida do povo melhorou, se não é o paraíso, ao menos já não temos a intensa mortalidade humana, sobretudo infantil, das décadas de 70 e 80, quando ainda morreram milhões de pessoas de fome e de sede naquela longa estiagem. Esses indicadores não flagram esses anos de estiagem, logo precisamos esperar por esses dados, mas é visto a olho nu e pelas conversas diretas com a população em seus locais de vida que agora já não se repete a tragédia social das estiagens anteriores.

Também sou daqueles que acham necessários mais indicadores para realmente avaliar se a situação das pessoas é mais humana. Esses indicadores deveriam incluir o saneamento e a degradação ambiental. Com esses dois indicadores nossos índices com certeza despencariam do nível que chegamos para médio e baixo num simples clicar de mouse.

Descendo às nossas cidades, como aqui em Juazeiro, com o lixo pelas ruas, esgoto a céu aberto nas periferias, mosquitos cobrindo a população, o IDHM chegou a 0,677. Campo Alegre de Lurdes, onde cheguei para morar em 1980 e vi criança morrendo de inanição na seca de 82 como formiga em bico de passarinho, o índice agora é de 0,577. Lá até hoje não tem sistema de abastecimento de água urbana e cada família tem que se virar com sua água. Mas, agora tem as cisternas. Finalmente foi licitada a adutora para levar água do São Francisco para Campo Alegre.

Mas, não podemos negar os avanços. Afinal, se a longevidade dos brasileiros aumentou, é porque as condições básicas da vida melhoraram. Sou daqueles que nas pastorais sociais e movimentos sociais acabam apanhando por achar que essas conquistas, por muitos  tidas como insignificantes porque “não fizemos a revolução”, não tem valor. Vá perguntar ao povo  que colheu esses avanços no seu cotidiano se elas não lhe são importantes!

Uma observação particular sobre o semiárido. Nessa longa estiagem não tivemos o aumento da mortalidade humana e nem infantil. O caso mais grave aconteceu em Alagoas, quando várias pessoas passaram mal – parece que algumas faleceram – por razões de água contaminada. Mas, foi um problema dos pipas, portanto, questão de vigilância sanitária. Não mais porque simplesmente não havia água na região. Nosso problema nessa longa estiagem é a mortalidade dos animais, não mais de seres humanos.

O governo ainda nos deve a distribuição da água pelas adutoras. Embora tenha feito algumas, preferiu a idiotice de investir na transposição. Gastou dinheiro inútil e não avançou. Mas, há sempre tempo para recomeçar.

Bem, muitos criticam nossas ações na lógica da convivência com semiárido dizendo que ela não foi a resposta para esses longos períodos de pouca chuva. De fato, não conseguimos ainda universalizar essas tecnologias – cisternas de beber, de produzir, barreiros de trincheira, barragens subterrâneas, etc. -, mas e ela que está na base da melhora do IDHM do semiárido. Claro que também as políticas de distribuição de renda, até o Luz para Todos, transporte, saúde e educação ajudam. Mas, se faltar a água de qualidade e o alimento, não tem índice de longevidade que não imploda.

Esperamos que o governo continue investindo sério na lógica da convivência com o semiárido. Estamos longe de universalizar o acesso à água, mas melhoramos, e muito. Esperamos também que o “olhar sudestino” deixe de tentar inviabilizar os caminhos que os nordestinos vão traçando. Fotografar um rio seco, uma lagoa seca e dizer que isso é uma tragédia, é típico de quem nem sabe o que é o semiárido. Saibam que todos os anos temos uma seca, 99% dos rios do semiárido são intermitentes, a água dos reservatórios rasos secam todos os anos. Questão de beabá da região.

* Membro da Comissão Pastoral da Terra

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Dia do Catequista


No ultimo domingo do mês de agosto dia 25 a Igreja celebra o dia do Catequista, que  possamos rezar por todos os Cristãos batizados que assumindo os seu batismo anuncia a BOA NOVA de JESUS CRISTO e os valores Cristãos. Que possamos rezar pelo sucesso do 7ª Encontrão  Diocesano de Catequista. 
 
 Oremos: Senhor, como os discípulos de Emaús, somos peregrinos. Vem caminhar conosco! Dá-nos teu Espírito, para que façamos da catequese caminho para o discipulado. Transforma nossa Igreja em comunidades orantes e acolhedoras, testemunhas de fé, de esperança e caridade. Abre nossos olhos para reconhecer - te nas situações em que a vida está ameaçada. Aquece nosso coração, para que  sintamos sempre a tua presença. Abre nossos ouvidos para escutar a tua Palavra, fonte  de vida e missão. Ensina-nos a partilhar e comungar o pão, alimento para a caminhada. Permanece conosco! Faz de nós discípulos missionários, a exemplo de Maria, a discípula fiel, sendo testemunhas da tua Ressurreição. Tu que és o Caminho para o Pai.
AMÉM!