terça-feira, 6 de agosto de 2013

CONVITE



 

SEMINÁRIO REGIONAL


            A Cáritas Brasileira Regional Nordeste 3 estados da Bahia e Sergipe, com o apoio da Cáritas Alemã, realiza o SEMINÁRIO "MECANISMOS DE TRANSPARÊNCIA E CONTROLE DA POLÍTICA DE DEFESA CIVIL PARA O ENFRENTAMENTO DA ESTIAGEM NO SEMIÁRIDO BRASILEIRO".
            Temos como objetivo iniciar o debate e o aprofundamento sobre os temas: Gerenciamento e Gestão de Riscos e as Políticas específicas para o Semiárido Brasileiro, bem como seu controle social.

Data: dias 09 e 10 de agosto de 2013
Horário: Inicio às 13h
 Local: Seminário Menor Nossa Senhora do Bom Conselho - Avenida Lomanto Jr., 11 -  Amargosa – Ba

Cordialmente,

          Pe. Neivaldo Carvalho Santos                   Pe. Raimundo de Jesus Santos
             1ª Diretor Presidente                                           2ª Direitor Presidente 
                              da Cáritas Diocesana de Amargosa

quarta-feira, 31 de julho de 2013

OFICINA DE COMUNICAÇÃO do Projeto P1+2\BR




Começa hoje a OFICINA REGIONAL DE COMUNICAÇÃO DA 

BAHIA!



De hoje 31/07 (abertura de noite), até 1, 2 e 3 de agosto (quarta de noite, quinta, sexta e sábado), em Feira de Santana, na Bahia,o Projeto Uma terra e duas águas - P1+2\BR  reuni os comunicadores dos seguintes estados: BA, MG, AL, SE para 1ª Oficina de Comunicação.
Nessas oficinas faremos uma abordagem sobre a sistematização, sob a perspectiva da fotografia. Com isso, vamos ter uma abordagem teórica e prática. O facilitador da oficina será Ripper.







quinta-feira, 11 de julho de 2013

Cáritas promove Encontro Internacional de Jovens em preparação para a JMJ



Cerca de 80 jovens de diversas partes da América Latina são esperados para o evento, que se propõe a refletir sobre a realidade desses jovens, bem como prepará-los para JMJ.


Entre os dias 13 e 16 de julho, a cidade de Belo Horizonte, em Minas Gerais, será sede do Encontro Internacional de Jovens da Cáritas. Na ocasião, jovens de vários países da América Latina se encontrarão para trocar experiências, refletir sobre suas realidades e participar de diversas atividades em preparação à Jornada Mundial da Juventude (JMJ).

Organizado pela Cáritas Brasileira – entidade de atuação social ligada a CNBB –, o encontro espera reunir cerca de 80 jovens de todas as regiões do Brasil e de países da América Latina, como Uruguai, Honduras, Costa Rica, El Salvador, Haiti, Colômbia e Venezuela.  

A partir do tema “Partilhar o Pão para que as Juventudes tenham Vida”, os jovens terão a oportunidade de participar de momentos de formação, análise da conjuntura política, social e pastoral, além de intercâmbios de experiências, e oficinas de arte e cultura, que de forma lúdica pretendem compartilhar a cultura popular dos povos e, assim construir a identidade da juventude da Cáritas.

“O tema escolhido nos coloca diante da seguinte reflexão: No contexto mundial assolado por tantas crises, é bom lembrar que ao redor do mundo muitos jovens vivem em situação pobreza, fome e violência. Partilhar o pão com esses jovens é partilhar os frutos e alimentos, mas também é comungar com suas esperanças por um novo mundo”, disse Monyse Ravenna, integrante do GT (Grupo de Trabalho) da Juventude da Cáritas Brasileira.

Missões: Dando continuidade ao processo de preparação para a Jornada, após o encerramento do encontro os jovens seguirão para Paróquia São Gaspar Bertoni, em Belo Horizonte/MG onde participarão da Semana Missionária, evento realizado em todo Brasil, uma semana antes da JMJ. A Semana é um momento para acolher visitantes e exercer lições de cidadania. O momento será dedicado a visitas às experiências desenvolvidas por organizações parceiras da Cáritas. Além de momentos de catequese e celebrações.  

Jornada: Depois de uma série de atividades preparatórias, uma comitiva composta por jovens de todos os regionais da Cáritas Brasileira se juntará a milhares de pessoas na JMJ, que será realizada no Rio de Janeiro, entre os dias 23 e 28 de julho, com a presença do Papa Francisco.

Na ocasião, diversas organizações, entre elas a Cáritas participarão da “Tenda das Juventudes”, que está na programação oficial da Jornada e acontece de 22 a 26 de julho. Sob o tema “A Juventude quer viver”, o espaço será dedicado à formação, acolhida, celebração, diálogo e convivência de vários grupos de jovens presentes na JMJ.

Durante a programação ocorrerão plenárias, com destaque para os eixos temáticos que nortearão as discussões na Tenda. São eles: Direitos da Juventude; Sociedade e Novas Relações; Dimensão Eclesial; e Comunicação e Cultura.

Serviço:
Encontro Internacional de Jovens da Cáritas
Data: 13 a 16 de julho
Local: Hotel Recanto Santo Agostinho
End.: Rua Diamantes, nº 400, Mário Campos/MG.

Tenda das Juventudes
Data: 22 a 26 de julho
Local: Galpão do Comitê Rio Ação da Cidadania
End.: bairro da Saúde, no Rio de Janeiro/RJ.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

CAPACITAÇÃO DAS COMISSÕES MUNICIPAIS


     Aconteceu na cidade de Milagres-BA nos dias (27 e 28\06) a Capacitação das Comissões Municipais das cidades de Itatim, Castro Alves e Milagres. Essa ação tem como objetivo informar qual a função das Comissões nos seus municípios para um melhor desenvolvimento dos projetos da Cáritas Diocesana de Amargosa. Em especial do projeto Uma terra e duas águas (P1+2/BR)


   Após a colhida foi motivada a Mística pelo comunicador social Edcarlos de Jesus, que solicitou as comissões municipais que expressassem em forma de desenho como era a realidade das comunidades em seu município antes da Ação Cáritas. E deu pra constatar que a água representava poder na mãos de poucos e que muitas vezes as famílias era obrigadas a se retirar da sua casa com destino a cidade em busca de trabalho e melhores condições de vida.


  Esse encontro é articulado pela equipe (P1+2/BR) que tem como coordenador Alan Coutinho, gerente Darlan Oliveira Casaldáliga, comunicador social Edcarlos de Jesus contando com a colaboração  de Terezinha Gama educadora do projeto mais água e Mauriza Silva animadora do mesmo projeto.




  Concluímos essa Capacitação com as Comissões Municipais fazendo uma avaliação onde foi expresso a alegria de todos, por essa oportunidade de formação e informação e principalmente de troca de experiência. No final todos receberam certificado com carga horária de 16h.

terça-feira, 18 de junho de 2013

PAA 10 anos: ASA avalia impactos e desafios do programa no Semiárido
Catarina de Angola - ASACom
Recife - PE
12/06/2013
Naidison avaliou as ações do PAA no Semiárido | Foto: Andre Telle/Arquivo ASACom
No último dia 06, o governo federal anunciou o novo Plano Safra 2013/2014, que prevê o investimento de 1,2 bilhão para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). O programa completa no próximo mês de julho 10 anos. Sobre as conquistas e desafios do PAA e seu desenvolvimento no Semiárido brasileiro, conversamos com Naidison Baptista, coordenador executivo da ASA pelo estado da Bahia.

ASACom - No Plano Safra 2013/2014, o governo federal destinou R$ 1,2 bilhão para o Programa Nacional de Aquisição de Alimentos (PAA). Que avaliação a ASA faz do programa, que este ano completa 10 anos?
Naidison Baptista – O PAA nasceu no seio do Consea [Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional] e teve um papel significativo no apoio e na viabilização da agricultura familiar. Avaliamos em duas perspectivas esse apoio. De um lado, a dimensão do apoio específico à produção e a compra da produção da agricultura familiar. São inúmeros os produtos e os processos que o PAA apoiou no Brasil e no Semiárido. Em segundo lugar, especificamente o PAA via Conab [Companhia Nacional de Abastecimento] que teve um papel importante na organização da agricultura familiar, pois trabalhou com organizações e não com a compra de produtos de agricultores individualizados, mas comprou através de propostas das suas organizações. Então ele [o PAA] andou muito nessas duas dimensões, que são muito importantes e significativas da agricultura familiar. Avalio que, nesse sentido, o programa teve um papel chave e se a perspectiva de apoio desse novo recurso continuar nessas dimensões seria muito importante e muito significativo.
ASACom - Quais os maiores impactos do programa ao longo desses anos na região semiárida?
Naidison – O Semiárido de um modo especial carece de uma colocação dos produtos da agricultura familiar no mercado. São hortaliças, milho, feijão, produtos como biscoitos, doces, geleias, ovos, frutas e produtos específicos do Semiárido, entre outros. Todos foram abarcados pelo PAA na perspectiva ao incremento do seu processo produtivo e se reforçou através das organizações. Então, a dimensão organizativa da agricultura familiar do Semiárido, teve um reforço muito importante através do PAA.
ASACom -  A ASA já realizou vários debates sobre o PAA. O que as discussões nesses encontros apontaram sobre a integração dos seus programas com as estratégias de execução do PAA?
Naidison – A ASA como uma rede que atua no Semiárido procurou tomar conhecimento dos processos do PAA, procurou mapear como as organizações filiadas à ASA estavam inseridas ou se inserindo, na perspectiva do programa. E a partir desses dois elementos, buscou melhorar a sua interrelação com o PAA. Acho que esses eventos trouxeram uma marca muito significativa nesse sentido. Nós contribuímos significativamente para que o PAA pudesse se interiorizar, aprofundar sua ação, e exercer sua perspectiva de ação melhor no Semiárido. Nós também incentivamos que o P1+2 [Programa Uma Terra e Duas Águas] dinamize sua relação com o PAA na perspectiva em que é um programa de água para produção, mais especificamente de água para a produção de alimentos e que, consequentemente, ele possa se relacionar mais intimamente com o PAA na medida em que o excedente de alimentos produzidos nas propriedades, através dos implementos da segunda água, sejam colocados no mercado. Esse debate cresce e nós avaliamos que ele deva crescer mais ainda agora que nós estamos com essas perspectivas de trabalho com a Petrobras e, futuramente, com o BNDES e a Fundação Banco do Brasil na linha da água para a produção de alimentos.
ASACom - Que desafios a ASA enxerga que ainda precisam ser vencidos na execução do programa?
Naidison – O grande desafio que existe no Semiárido ainda para os agricultores familiares é a questão da terra. Sem a terra especificamente não se pode produzir o que deseja e o que seria necessário para a sustentabilidade do Semiárido. O PAA trabalha com a agricultura familiar e a ASA trabalha com agricultores familiares mais pobres, que estão mais excluídos de quase todos os processos e isso faz com que esses agricultores não tenham espaço de terra suficiente para a sua produção assim como as comunidades tradicionais que são trabalhadas pela ASA como os ribeirinhos, os quilombolas e os indígenas. Avalio que uma dimensão chave é a dimensão do acesso à terra e do acesso ao território. Isso a ASA tem sempre trabalhado, tem sempre questionado e proposto nos seus documentos. Ao lado disso, uma linha de assistência técnica agroecológica e de convivência com o Semiárido e que seja uma assessoria técnica permanente e processual. Hoje, nós ainda não temos uma assistência técnica processual e isso dificulta bastante a produção de alimentos por parte dos agricultores familiares e crédito, não apenas voltado para as cadeias produtivas, para a globalidade da produção. Essa dimensão do crédito ainda é muito difícil de ser alcançada porque embora seja disponibilizado pelo Plano Safra, ao ser viabilizado pelos bancos, é disponibilizado na perspectiva da cadeia produtiva e de sua viabilidade econômica. Isso dificulta elementos da convivência com o Semiárido porque, por exemplo, eu não posso trabalhar a cadeia produtiva da caprinocultura isolada de outros processos, de outras dimensões que existem na propriedade. Porque se olharmos apenas a caprinocultura é quase que uma monocultura dentro do Semiárido e nós sabemos que a monocultura, seja lá onde ela esteja, não é viabilizadora da sustentabilidade do Semiárido. Se a gente olhar para a terra, o crédito, a assistência técnica e outros elementos como a água, é a falta de acesso a eles que impede uma relação mais intensa da agricultura familiar com o PAA. Mas nós vamos gradativamente dando passos e com certeza vamos chegar lá na conquista dessas dimensões, que são fundamentais para a viabilização da agricultura familiar e do Semiárido. E a ASA está envolvida e buscando essa viabilidade.


sexta-feira, 14 de junho de 2013

Encontro de formação e planejamento com o programa uma terra e duas águas (P1+2/BR) desenvolvido pelas Cártias diocesana de Amargosa/Rui Barbosa/ Irecê e Cáritas Regional.



Nos últimos dia 10 e 11 de junho do ano corrente, aconteceu no Mosteiro de Jequitibá localizado na cidade de Mundo Novo- Ba, nas proximidades do município de Rui Barbosa, o primeiro encontro de formação e planejamento do projeto 1Milhão de Cisterna (P1+2/BR) desenvolvido pelas Cáritas Diocesanas de Amargosa/Rui Barbosa/ Irecê e Cáritas Regional.
Esse encontro tem como objetivos:
1.    Desenvolver formação dos agentes sobre a missão, princípios e valores da Cáritas Brasileira.
2.      Aprofundar entendimento sobre as ações de convivência com o semiárido.
3.      Promover a articulação das equipes e das ações do projeto.
4.      Realização do planejamento em conjunto.



No início do encontro um dos coordenadores da Cáritas Regional/NE3, o Sr. José Carlos, motivou uma apresentação em vista de um possível conhecimento de todo grupo. O mesmo relata que está neste organismo da Igreja Católica (Cáritas) desde 2001 e tem buscado desenvolver e acompanhar as questões de economia solidária no semiárido brasileiro. Todos que estavam na plenária se apresentaram e puderam constatar que a maioria dos agentes desse projeto são novos na experiência de Cáritas, entretanto estão envolvidos e dispostos a desenvolver um bom trabalho, em vista de atender de forma satisfatória os objetivos do projeto.

No segundo momento o Sr. Zé Carlos apresentou a história, missão, diretrizes e prioridades da Cáritas. Que foi fundada em 12 de Novembro de 1956 pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e que seu nascimento está no contexto histórico da Segunda Guerra Mundial e que por isso sua primeira fase está ligada a uma espécie de “assistencialismo”, pois realizavam juntamente com a Cáritas Internacional a distribuição de roupas e alimentos. Depois de um tempo de reflexão buscou-se educar a sociedade, não só dá o pão, mas questionar sobre a causa de tanta pobreza, citou D. Helder Câmara. Nessa segunda fase da Cáritas nacional (se assim podemos dizer) buscou-se, através dos financiamentos dos projetos viabilizarem a construção de cisternas e conscientizar a população do Semiárido Brasileiro que é possível viver com dignidade nesse contexto geográfico. E que é de fundamental importância a utilização dos sentidos humanos no momento do contato com as famílias, pois eles tem muito a nos ensinar, mesmo que temos a teoria que muitas vezes não corresponde à realidade, esses indivíduos tem sua forma própria de conviver no semiárido, sendo assim é preciso ser tolerantes com eles, se colocar ao seu lado. Para ratificar sua fala, Zé Carlos contou que a cisterna de placa foi desenvolvida por um agricultor familiar do nordeste.

Na missão da Cáritas hoje, somos chamados a ser exemplo e temos que comunicar o evangelho de Jesus Cristo que narra um povo que está oprimido em busca da liberdade, esse é também o nosso ser Cáritas. A sua defesa e promoção da vida se dá na sua ação e suas tecnologias que são desenvolvidas em parcerias com várias instituições, como a ASA, Petrobras e outros. Sempre compreendendo que as famílias são os protagonistas dessa ação.

Para falar sobre a Articulação no Semiárido Brasileiro - ASA, Agnaldo (da equipe da ASA Bahia) começa sua fala ressalvando a canção “A triste partida” de Luiz Gonzaga. Sua apresentação também é utilizada através de slides que trouxe de início, o mapa geográfico para apresentar o território do semiárido brasileiro. 






No trabalho em grupo foi proposto que os grupos refletissem a partir do que foi apresentado sobre a Cáritas Nacional, Regional, Diocesana, Paroquiais e sobre a ASA.

No que diz respeito à Cáritas, foi unânime a importância de ouvir as famílias, da interação que deve se estabelecer com a família, ou seja, ter os mesmos como protagonista neste processo.  



 
Representantes da  Cáritas  Diocesana de Amargosa

Com isso podemos concluir que foi de fundamental importância esse período informativo e formativo desenvolvido pela Cáritas Regional NE3, com a Cáritas Diocesana de Amargosa e Rui Barbosa. Além de favorecer um conhecimento com as pessoas envolvidas com o programa uma terra e duas águas (P1+2/BR).